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domingo, 21 de abril de 2013

Depois de Ver... Vestes ao Chão.


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Com as vestes ao chão, Eva empurrou o também nú, Lian em direção ao sofá. E pulou sobre o mesmo como uma leoa indócil. Sete foram as mordidas que ela deu em seu pescoço, e 7 foram os segundos que ela precisou para retirar  cinto de pano que cinturava seu vestido e amarrar as mãos de Liam sobre a cabeça.
Ele a olhava ainda ostentando o cínico sorriso nos lábios, antevendo os acontecimentos que certamente viriam. Os  olhos dela, que ele comparou aos de Artêmis, a deusa grega da caça, após capturar a sua presa. E a comparação com a deusa seria ainda mais oportuna, pois seguindo o exemplo de castidade da divindade olimpiana, Eva saltou em um movimento, e ficando em pé agarrou o vestido, encaminhou-se para a porta de saída e enquanto observava o olhar agora atônito de Lian, saiu porta a fora. E em meio a um pequeno sorriso, sussurrou um “tchau” cheio de promessas.
Com pau em riste, as mãos amaradas e atirado no sofá, Lian teve uma única reação, gargalha e sussurrar para si mesmo:

- Quem procura acha.

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quarta-feira, 13 de março de 2013

Depois de Ver... Domingo.


Era domingo no inicio da tarde, com o sol a pino, uma leve brisa entrava janela adentro e refrescava o quarto. O que tornava ainda mais prazerosa a leitura de Lian. Viajando pela Oceania, do drama político de George Orwell, ele foi bruscamente fisgado de volta a realidade pelo soar da campainha.
Ele se encaminhou até a porta, a passos lentos, e ao girar a maçaneta seus olhos se encontraram com os de Eva, silenciosa e com um meio sorriso nos lábios. Por um segundo, enquanto seus olhos se cruzavam, nada importava. Sua surpresa foi tanta, que segundos se passaram sem nenhuma palavra ser dita, até que ela quebrou o silêncio:
- Oi.
- Olá! - Respondeu ele em um misto de surpresa e incerteza.
- Não vai me deixar entrar? – Perguntou ela em to brincalhão.
E deixou. E ela entrou com suas curvas desenhadas dentro de um vestido branco e sobre a uma sandália rasteira. A pergunta dela foi direta:
- Você esteve lá em casa ontem?
- Como assim? Não. – Lian negou, sem compreender a pergunta.
- Era isso que precisava saber. – ela falou conclusiva e arrematou - Sonhei com você ontem.
Ao ouvir isso ele sorriu. E descrever o seu sorriso como enigmático seria injusto. Ele era indefinido, um misto de cinismo e descrença, que só serviu para crescer novamente a dúvida nela.
- Você tem certeza que não esteve lá?
- Foi tão real assim esse sonho? – Ele falou ainda com o misterioso sorriso nos lábios.
- Ainda não. – respondeu ela, estendendo para ele um pequeno embrulho que trazia cerrado nas mãos.

Não precisava muito para entender, a renda que envolvia o objeto, deixava claro o conteúdo do sonho, as intenções dela ao aparecer ali e que nada cobria a sua púbis além daquele vestido.
Ele estendeu a mão para pegar a calcinha e ao se tocarem, uma leva descarga elétrica percorreu o corpo de ambos.
Foi o suficiente para os olhares que já eram intensos, se entregarem em um beijo. Foi um beijo silencioso, no qual só as respirações de ambos resoava.

E quando cessou o beijo, os rostos que permaneciam próximos um ao outro, ainda de olhos fechados, percorreram o infinito nos poucos segundos que permaneceram ali. Até que as mãos de ambos se entrelaçavam e atravessavam o corpo do outro os libertando das roupas. As mãos dele auxiliavam o vestido a chegar o chão enquanto as mãos dela arrancavam a camisa azul do corpo de Lian e a atirava do outro lado do cômodo.

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Depois de Ver... Ainda ao Luar.

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Eva ainda estava ofegante, ainda perdida no louco turbilhão de emoções que o orgasmo lhe proporcionara, enquanto Lian afastava sua boca do seu sexo, ainda saboreando o gosto doce do néctar dos deuses que ainda permanecia em sua boca.
Ela abriu os olhos de seus devaneios o olhou fundo e puxou firmemente contra seu corpo o despindo da calça que aprisionava seu objeto tão desejado, e se entregando em um profundo beijo que a permitiu sentir o próprio sabor nos lábios dele.
Ela o jogou na cama, como uma leoa faminta e avançou sobre ele com mãos e bocas, devorando-o com toda a volúpia que seu corpo, ainda em chamas, permitia. O moreno peito nu de Lian e os contornos dos músculos faziam o perfeito contraste com as suaves curvas de Eva e sua tez cor de leite, que se derramava ao encontro do corpo dele.
Eva liberou o membro dele dos grilhões da cueca e o pegou cuidadosamente, os olhos dele se tornaram apreensivos e sua respiração parou. Ela ainda com cuidado direcionou seu pau em direção as sua buceta e o tranquilizou com um sorriso.
Era como faca quente na manteiga, o seu pau penetrou os lábios da sua buceta, ainda molhados pelo gozo que acabara de acontecer, e seus olhos se cruzaram transbordando luxúria. Ela iniciou movimentos lentos, de uma amazona a cavalgar seu garanhão, e a cada investida ela o sentia cada vez mais fundo em seu corpo, em seus pensamentos. Seus movimentos foram ficando cada vez mais fortes e rápidos. Ele olhava seu o movimento dos quadris Del, desenhando curvas no ar e se mexendo com a graça e leveza de um beija-flor.
O ritmo dos movimentos e os gemidos dela, soavam como música dos anjos para ele. Que tomado de sobressalto ele se levantou e foi de encontro a boca de Eva, sorveu sua língua e lábios, como um manjá recém-feito, e parou sentindo-se totalmente dentro dela.
Lian a colocou de quatro, segurou firme seu quadris com a mão esquerda, segurou seus loiros cabelos com a mão direita e penetrou fundo a sua buceta, em estocadas firmes. Quanto mais altos eram os gemidos de Eva, ele se empenhava mais em meter em suas entranhas e arrancar devaneios dela. Segurava firme seus cabelos e a penetrava com  cadência de quem cavalga uma potranca recém domada.
O compasso dos movimentos e a visão que o corpo de Eva a luz da lua, o proporcionava, o levava ao seu limite do prazer e ao gozo eminente.
E foi o que aconteceu segundos mais tarde, quando gozaram juntos em um uníssono urro. Como lobos a uivar na lua cheia.
Exaustos, ela deitou sobre seu peito e acariciava seu dorso ainda suado, com poucos e curtos pelos. Enquanto ele alisava seu cabelo em um cuidado silencioso.
Não se pode precisar se ficaram assim por um segundo, por horas ou por dias, o que pode-se dizer que nesse momento, nada importava, todos os problemas do mundo haviam sumido para os dois. E foi assim que adormeceram tranquilos.
Ao acordar Eva tateou ao lado da cama e a encontrou vazia. Olhou ao redor do quarto e não encontrou nenhum sinal de Lian. As lembranças da noite anterior lhe vieram a cabeça, E um sorriso despontou. Porém ela não soube precisar se realmente havia acontecido ou tudo não passara de um sonho.
Os primeiros raios da manhã já começavam a entrar pela janela, quando ela se levantou nua e caminhou até a porta, na certeza e determinação de que se fora apenas um sonho ela o realizaria.
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Depois de Ver... Ao Luar.


Eram 3 da manhã e ela acordou de um sono tranquilo. Os sonhos da madrugada haviam despertado nela um certo calor, levemente banhada de suor em uma noite quente de verão, ela se levantou vestida apenas com seu baby-doll branco, e caminhou na penumbra até a cozinha.

Eva encostou levemente na pia e bebeu demoradamente um copo d’água, que fora cheio segundos antes. Os prateadas raios da lua penetravam pela janela da cozinha, e despejava nos pálidos móveis uma belo brilho azulado.
Em sua cabeça passavam deliciosas imagens do sonho que viviam alguns minutos atrás. Os pensamentos despontavam em seus olhos e terminavam em um meio sorriso nos lábios do belo rosto. Eva prendeu os cabelos loiros em um coque, e se dirigiu ao quarto, onde deitou sobre os lençóis brancos.
Na linha tênue entre sonho e realidade, Eva sentiu a lasciva presença de Liam, que em seus devaneios, ou não, abria a porta do quarto, vestido apenas com uma calça.
O sorriso que se desencadeou nela foi objetivo e complacente, como que um convite ao seu toque. Ele caminhou até a cama onde ela se encontrava e estendeu a mão para tocar seu corpo. As mãos morenas e firmes foram habilidosas ao tirar o baby-doll dela, que não apresentou nenhuma resistência. O corpo de Eva se retorcia como o de uma cobra a cada toque dele.
Foi questão de tempo até suas bocas se encontrarem e com os copos colados desencadearem um voluptuoso beijo que foi ficando cada vez mais e mais forte. Suas línguas se cruzavam e lutavam em uma luta desesperada onde ambos ganham. A cada sugada de lábio, a cada mordida, seus corpos respondiam como chamas ao vento.
Sem uma palavra, as mãos fortes de Liam seguraram ambos os punhos de Eva sobre sua cabeça, deixando-a a mercê de sua vontade. Enquanto com uma mão, ele segurava os punhos dela, a outra deslizava furtiva ao longo do seu corpo, arrancando suspiros e gemidos.
Quando cessou o beijo e os olhos se encontraram, ele deixou claro com o olhar seu desejo, e ela respondeu com um olhar suave, como quem diz: “sou sua”. Ele soltou as mãos dela, que o olhava impacientemente, desejando saber qual seria seu próximo movimento. E seu próximo movimento foi com a língua, beijando e mordendo ferozmente o rosto dela, bochecha, lábios, testa, e sua boa foi descendo pelo pescoço e até chegar nos seios. As axilas expostas de Eva eram um sinal de sua obediência, que como uma “boa garota“ manteve suas mãos unidas sobre a cabeça. Os beijos de Lian ficavam cada vez mais intensos e alternavam entre os seios dela, sem pudor.
Ele foi descendo as caricias até a barriga, onde encontrou, involuntárias contrações em resposta aos seus beijos. E quando continuou sua descida, foram os movimentos do quadris quem demonstrou todo o desejo dela. Para o desespero de Eva e para o sádico prazer de Lian, o toque dos seus lábios saltou rápido para as belas coxas dela. E ignorando o gemido de protesto ele sentiu as pernas dela se abrirem suavemente ao seu toque.
Em um só impulso, seus beijos encontraram o sexo dela, já úmido e quente exalando um doce aroma. E ele a chupou forte, rápido, com toda a vontade que lhe cabia. Se deliciou em sua buceta como quem se lambuza em uma fruta bem madura. Chupou com força, segurando seus quadris e usando com incentivo os gemidos de prazer de Eva. Com os movimentos do quadris cada vez mais intenso e os gemidos se transformando em gritos, Lian se satisfez com o berro de prazer dado por Eva, que acabara de gozar em sua boca.

...Continua???

=D