Mostrando postagens com marcador Conto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Conto. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Depois de Ver... Os Fogos.

Era o último dia do ano, estavam na praia. Lara e Daniel tinham alugado a casa em conjunto com vários amigos, casa cheia. Casa com 3 quartos, 4 casais. Eles, não podiam reclamar, no sorteio das acomodações, não deram a sorte de ficar na única suíte, porém também não deram o azar de ficar na sala.

Já passava das 20 horas e os amigos tinham decidido passar a virada na praia onde estavam assistindo os fogos. Lara e Daniel optaram por passar sozinhos, era a primeira virada de ano que passavam juntos. Tinham se conhecido a poucos meses.

Aguardaram em casa até as 22:30 quando resolveram sair de carro para alguma praia mais isolada.
Estava na Ilha de Itaparica, saíram do povoado de Mar Grande (onde estavam “acampados”) e foram a Tairú, olhar de longe a queimas de fogos da capital.
Sob a lua, com os pés na areia olhavam o mar escuro, abraçados. Ela vestia uma saia folgada branca até o joelho e camiseta regata verde claro. Ele, vestia uma calça branca de linho e camiseta regata cinza.

A praia estava semi-vazia. Poucos eram os que ficavam naquela região, durante eventos. Era uma praia mais reservada, com poucos bares e mais indicada ao banho.
Noite, as poucas pessoas que se encontravam ai, formavam pequenos grupos. Daniel e Lara abraçados olhando ao mar e ouvindo ao longe um radio que tocava músicas de reggae.

Já chegando os últimos minutos do ano resolveram sentar em um barco abandonado, que se encontrava na areia da praia. Ela, sentou-se no barco e ele permaneceu em pé ao seu lado.

A suave melodia de regge que evocava amor e energias da natureza, aquela visão do belíssimo luar que os acompanhava e a presença um do outro, levou Lara a se virar para Daniel e tocar-lhe os lábios em um beijo apaixonado.

Foram minutos de um doce e romântico beijo, que foi se enchendo de desejo. Desejo um do outro, desejo do calor do outro.

Lara, já em pé, totalmente envolvida nos braços de Daniel, era acariciada pelas mãos habilidosas do moço. Que lhe acariciava o pescoço, o cabelo, as costas, enquanto a beijava libidinosamente.

O desejo foi se intensificando de tal forma, que os beijos passaram a ser apenas um complemento das caricias mutuas que foram ficando cada vez mais quentes. E com em um só impulso, Daniel a pos sentada sobre o barco e se postou a frente dela.

De onde estava, as pernas de Lara, ficava em torno da barriga de Dani, E foi assim que ele, tendo os seios dela a altura do rosto, libertou os seios dela, levantando a camiseta, e se pos a chupá-los, ignorando os possíveis olhares dos outros frequentadores da praia.

Ele chupava freneticamente os seios dela, que gemia e sussurrava palavras desconexas. Foi então que em um ato de ousadia ainda maior, Dani pos as mãos sob a saia de Lara, e lhe retirou ao calcinha sob o olhar arregalado dela. Que nada fez para lhe impedi.
Depois do movimento feito, Lara sorriu desacreditada. E logo a lascívia tomou conta do seu ser. Ela abriu as pernas, levantou a saia e conduziu a cabeça de Dani para a sua buceta dizendo:

- Me chupa. Quero tua boca.

E a resposta silenciosa foi dada com a língua, que encontrou a sua buceta totalmente molhada de desejo, ele sorveu o seu nécta, debatendo a língua nos lábios da sua buceta e chupando o grelo cheio de vontade.

Lara se deliciava e gemia, puxando a cabeça de Dani contra o próprio corpo. O prazer foi se tornando mais intenso. Pessoas passavam pelo outro lado do barco, sem saber o que acontecia ali tão próximo. A possibilidade de alguém os ver, o local onde era chupada (em plena praia) e por quem era chupada deixava Lara cada vez mais louca.

A sua insanidade chegou ao ápice quando em meio aos seus devaneios, ouviu um contagem regressiva em coro. “Cinco”  era muito tesão, “quatro” ela alucinava com a boca de Daniel a chupando, “três” cada vez mais rápido e forte, “dois” eram chupadas deliciosas e seus gemidos ficavam cada vez mais intensos. “Um!”. Gritos ecoaram por toda a praia, fogos começaram a estourar, espumantes eram abertos e as pessoas sorriam e se felicitavam.

Em meio a tudo isso, Lara tinha uma orgia de sensações: ela sentia a sensação de Daniel chupando sua buceta, sentia o gosto dos lábios dele em sua boca, sentia o cheio de mar e da praia, ouvia os sons dos fogos e das pessoas e tinha a visão do seu amado entre suas pernas. Em meio a tudo isso, Lara teve um estupendo e maravilhoso orgasmo que a fez gritar enquanto delirava com o prazer que a língua de Dani a proporcionava.


E foi assim, a virada de ano de Lara. Gozando, sem culpa ou vergonha, em público e na boca de quem ama.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Depois de Ver... O Silêncio da Noite.

Os seios de Flávia eram, o que pode, se chamar de perfeitos, elas os exibiu com seus bicos iluminados pela luz azulada da lua. Olhou fundo nos olhos de Yuri e o chamou com o dedo. Ela conduziu o rosto do hipnotizado rapaz até os seus lindos seios e gemeu ao sentir aquela boca a lhe sugar.

Em suas grandes morenas mãos, ele foi carinhosamente afastando as penas dela e passou a acariciar o seu clitóris. Alterando com leves enfiadas de dedo na sua buceta, que estava molhada de desejo. Enquanto lhe chupava os seios e tocava a vulva sedenta de Flávia, Yuri preparava o próprio pau para sentir mais uma vez o interior dela. Flávia choramingava e mordia os lábios tentando conter os gritos que se acumulavam na garganta.

Foi quando em um só movimento, ela o afastou e jogou-o deitado na cama e montando sobre ele, levou a buceta em direção a boca do moço e sorveu o pau dele. Ambos os corpos se contraíram de prazer.

Flávia enlouquecia com ideia de seus pais na sala ao lado, sem saber que ela agora esfregava a buceta na boca de um homem enquanto chupava o seu pau. A adrenalina era tamanha, seu desejo era tanto, que gozou inúmeras vezes na boca de Yuri até sentir sua boca inundada pelo leite que jorrava do falo, e que fez questão de engolir.

Exausta e manhosa, Flávia deitou-se sobre o peito dele e adormeceu tranquila, com um sorriso nos lábios. A luz pálida da lua fotografava seus corpos a pele morena de Yuri, e a beleza simples e jovial de Flávia.

Ele acordou poucas horas depois, ainda era noite. Observou na penumbra ela deitada de bruços ao seu lado e totalmente pelada. Imaginou que horas eram e pensou em ir embora antes que a casa acordasse. Se curvou e beijou suavemente a tatuagem nas costas da moça. E como um reflexo instintivo Flávia, sussurrou carinhosa: “quero mais”.

Yuri sabia que era loucura ficar, mas o seu louco desejo por aquela criatura se sobressaia a tudo. E aquelas palavras ditas, daquela forma, daquela boca, daquele modo, eram o convite perfeito. Ele voltou a beijar a tatuagem nas costas de Flávia, que ficava na parte posterior do ombro esquerdo, e foi traçando uma trilha de beijos até alcançar a sua nuca. Ao senti-la se arrepiar, foi deslizando com firmeza sobre suas costas até alcançar e bunda. Pegou com firmeza se deslocou até deitar sobre as suas costas.
Soltando um pouco do peso do corpo sobre as costas, ele sentiu a mão dela, que entre as pernas já tocava a própria buceta e preparava o caminho para o pau que estava prestes a possuí-la pela segunda vez na noite.

Flávia foi conduzindo o pau para a buceta de forma intuitiva e passou a morder o travesseiro a cada estocada dada por Yuri. Ela empinava a bunda e gemia enquanto o pau lhe fodia, cada vez com mais força. Com o ritmo cada vez mais veloz e forte, Flávia acabou gozando enquanto gritava com a cabeça abafada no travesseiro. E ao ouvir os gritos e gemidos dela, Yuri gozou. Flávia desfaleceu ao sentir sua buceta cheia de leite vido do pau que acabara de preenche-la.


Viraram de lado e dormiram de conchinha até sentir os primeiros raios do sol invadirem o quarto.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Depois de Ver... Becca.

“Faço por que gosto”, foi o que pensou Rebeca, enquanto gemia, de pernas abertas sentada sobre a pia de lavar roupas do quintal. Entre as pernas dela? Estava Augusto, careca, 23 anos, blá blá blá,blá blá blá... Não importava mesmo quem era Augusto. Importava só que ele era careca. Ele metia muito naquela buceta totalmente molhada e quente. Seu pau entrava e saia arrancando gemidos.

Havia 3 coisas que definiam Rebeca, ou Becca, uma era que ela adorava sexo, mas não com qualquer um ou de qualquer jeito ou em qualquer lugar, isso se dá pela segunda característica, ela fazia exclusivamente com carecas e tinha uma predileção por fazer em lugares perigosos.

Não era o que se podia chamar de um preconceito ou discriminação, estava mais para uma tara. Ela tinha esse fetiche. Ela tinha experimentado um “cabeludo” uma vez, anos atrás, sua 2 ou terceira vez, por insistência das colegas. Ela chegou a pensar durante o ato: “será que ele ficará chateado se eu pegar o celular para jogar tetrix?”

Em compensação, com todos os outros, que não foram muitos, 4 ou 5 em seus 25 anos de idade, todos devidamente carecas, tudo era fogos, era puro prazer do inicio ao fim. Gozava loucamente de todas as maneiras.

O fascínio dela era tanto, que não importava o peso, a altura, a cor, o sexo... Certa vez em uma festa viu uma moça careca, mais ou menos a idade dela, rosto delicado, usava um pircing no nariz outro na boca. Ahhh aquele da boca lhe deu tanto prazer, tanto... Ali mesmo no estacionamento da festa, dentro do carro. Mas ela retribuiu, e se retribuiu... Chupou muito, a Cláudia, chegou a uivar de prazer.
Becca chupou o peito e a buceta da moça tanto, que ela chegou a desmaiar gozando. Naquele vestido rosa, Cláudia era ainda mais encantadora, mas o que chamava a atenção de Becca eram os cabelos, ou a falta dele. O Vestido foi parar nos ombros no primeiro minuto, Cláudia foi devorada por aquela língua. Becca chupava com força e se deliciava no suco da buceta da moça.

Namoraram por um tempo. O encanto meio que acabou quando Cláudia decidiu que iria voltar a deixar o cabelo crescer. Mesmo contra as súplicas de Becca.

Mas o que ela gostava mesmo era de anal, adorava sentir o cu penetrado por um pau. A sensação de uma língua também era boa, mas nada que um pau não fosse mil vezes melhor. Mas sempre fez questão de fazer de frente, queria ver a pessoa que a penetrava. Foi assim com o Saulo, a 6 pessoa quem transou, atual namorado.


Se conheceram por um acaso, enquanto esperavam no dentista. Irônico, mas acontece. Transaram uma semana depois, segundo encontro. E é essa história que vou lhes contar logo mais...

domingo, 5 de janeiro de 2014

Depois de Ver... A Camiseta do Guns'N Roses

Quando Yuri apareceu a janela, Flávia se encontrava deitada em seus lençóis, vestindo apenas uma camiseta do Guns’N Roses. O contrate da camisa preta com a sua tez branca era sublime. Completado somente pelos raios da lua que entravam pela janela. Os cabelos dela, já sem o rabo de cavalo, estavam espalhados pelo colchão.

Ela estava deitada com o ventre virado para cima e as mãos postas no meio das pernas, que se encontravam abertas e dobradas. A visão era magnífica, e em seus baixos gemidos e sussurros ela abriu suave os olhos que se encontraram de Yuri, que a olhava do lado de fora da janela.

- Você demorou, comecei sozinha. – disse ela em um tom manhoso, e completou – vem.

E ele foi. Saltou a janela em uma passada, e sem fazer barulho foi se aproximando daquele corpo que em sua frente queimava em perdição.

Ela virou de bruços e olhava para ele de lado, com as mãos pousadas ao lado do travesseiro. Aquele olhar meio sonso era o convite perfeito para ele.

As únicas luzes que entravam no pequeno quarto eram a luz tímida da lua e luz da sala que entrava furtiva pela fresta sob a porta. E indicava duas coisas, que os pais dela ainda estavam acordados e que a aventura dos dois devia ser totalmente silenciosa.

Ele se deitou a cama, já sem camisa e sapatos, nem se quer tinha tocada o corpo de Flávia e ela já se retorcia de prazer. As mãos dele viajavam sobre o corpo dela, coberto apenas pela frágil camiseta, e seguiam desde as pernas até a nuca. E a fazia dar longos suspiros de tesão.

Já na terceira passada de mão, ele sentiu as pernas dela se abrirem em um convite, e o seu dedo deslizou córrego da sua bunda, até tocar a buceta já olhada de Flávia. Enquanto ele mordia de leve a sua nuca, e a fazia desdobrar-se em suspiros, gemidos e arrepios.

O dedo dele entrava em sua buceta, quente e molhada, sem nenhuma resistência, enquanto ela apertava os lençóis da cama. Quando o dedo dele tocou ao fundo a buceta, o gemido foi tão alto que por um instante Yuri temeu ser pego pelos vigilantes e protetores pais, que desconheciam o que estava por acontecer ali.

Retirar o dedo de dentro dela, foi como uma tortura para os dois, mas ambos sabiam que o que estava por vir, havia de ser muito mais prazeroso. Ela virou-se para ele, que estava ajoelhado na cama, e desabotoou sua calça devagar, liberando da cueca aquilo que tanto desejava.

Ficar de quatro e ser penetrada por aquele pau, foram os passos seguintes, que Flávia viveu com um belo sorriso nos lábios. O pau de Yuri entrava fácil e deliciosamente na buceta dela. Ele segurava sua cintura com força e metia enquanto mordia suas costas.

Em uma estocada mais forte, Flávia gemeu alto sentido a pica dentro de si, e a cama bateu na parede. Foi o suficiente para despertar a atenção do seu pai, que batei na porta do quarto e falou:

- Flávia? Tá tudo bem ai?

- Tudo sim, pai. É que acabei de desligar o computador e me bati na cama quando vim deitar. Tá tudo certo, boa noite. - respondeu ela.

- Tá. Tudo bem. Boa noite.

Mesmo com todo o ocorrido, ambos em sua luxuria não deixaram de se consumir. Permaneceram com o ritmo cadenciado, e nem o risco de serem pegos os libertou de seus desejos.

Ele a pegava pelos cabelos, mordia seu pescoço, arranhava suas costas sobre a camiseta e metia, muito e sem parar. Sua buceta pingava nos lençóis de tanto desejo, e ela se contorcia a cada vez que sentia o pau e todo aquele homem devorando o seu corpo.

Ela gozou sem gritar, se contorceu, abafou os gemidos no travesseio e caiu exausta na cama. Ainda com a respiração pesada, jogou de lado a camiseta e revelou finalmente os seios, banhados pela lua. Seu olhar era de quem ainda queria mais.

Continua?...

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Depois de Ver... O Pijama Azul.

Flávia se quer imaginou o que a esperava quando o Yuri a chamou no telefone. Eram 23h e ela zapeava no Facebook sem muito entusiasmo. Ele enviara um SMS com as simples palavras: “aparece na porta”.

Ela deu um salto da cadeira e correu para a porta e abriu de supetão com um sorriso. Acreditava que iria encontrar Yuri com os braços abertos a espera-la. Seu sorriso foi se desfazendo e tão logo cresceu novamente quando viu o carro dele do outro lado da rua sob uma árvore.

Sem se quer ligar para o pijama que vestia, Flávia atravessou a rua, caminhando calmamente, em direção ao carro. Seus cabelos presos em um rabo de cavalo, balançavam a cada passada. Pôs a mão na maçaneta da porta do carona, abriu e sentou-se. E ao olhar os olhos cínico gravados no rosto dele, perguntou, sorrindo:

- O que esta fazendo aqui, seu louco? A essa hora. E se alguém te ver?

- Duvido – respondeu ele – Só vim aqui fazer isso...

E voou sobre a boca de Flávia sem a menor cerimônia, quase que a devorando por inteiro. Sua mão direita, bastante ligeira, porem suave, começara por agarra-la pela nuca. E sua mão esquerda foi deslizando cuidadosamente pelo seu rosto e pescoço enquanto rolava o beijo, intenso e molhado.
As mãos dela não deixaram por menos. Após se recuperar do pequeno susto, que fez seu coração disparar, Flávia avançou as mãos com cuidado pela nuca de Yuri e o agarrou. Foram questão de alguns minutos até ela perder o senso de onde estavam e deslizar as mãos para a braguilha da caça dele. Já ele, fazia suas mãos alternarem entre os peitos e as pernas dela, que mal estavam cobertas pelo curto pijama azul.

Os beijos foram ficando cada vez mais picantes, se é que isso era possível. E as mãos cada vez mais ousadas, j[á não eram mais contidas pelos panos, e tocavam a pele do outro  com facilidade. Quando a boca de Yuri envolveu os seios de Flávia, que haviam recém sidos postos para fora por ela mesma, Yuri em um sopro contrariado de lucidez disse:
- Tá louca? Tenho que ir. Isso é loucura demais. Aqui na rua assim...

E aos risos ela respondeu:

- Não, eu quero agora. Faz assim, estaciona o carro a uma quadra daqui. E volta. Eu vou deixar o portão e a janela aberta.

Flávia saio do carro correndo em direção a casa, mas não sem antes morder os lábios e pegar carinhosamente a mão de Yuri e colocar dentro do seu short. O que o fez encontrar  uma bela buceta totalmente molhada, que estaria em minutos a sua espera.

Com o pau latejando dentro da calça, ele deu partida no carro de falou para si baixinho:

- Não acredito que vou fazer isso.


Sorriu e cheirou os próprios dedos. Tinha que admitir, o convite havia sido tentador.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Depois de Ver... A Surpresa

Júlia e Matheus namoravam a poucos meses. E certo dia, uma quarta, ele a ligou à tarde e pediu para que ela fosse a casa dele ao sair do trabalho.



- Tenho uma supresa para você - disse ele. Com o objetivo simples e direto de deixá-lá ansiosa.



E conseguiu.

A tarde custou a passar. E ao pegar o carro na saída do trabalho. Júlia sorria no volante, imaginando o que seria a surpresa.
Ao chegar na porta do apartamento onde Matheus a esperava com um belo sorriso, ele a vendou depois de um longo e apaixonado beijo e a dirigiu em direção ao quarto.
Ao chegar lá, ainda de olhos vendados, Júlia percebeu um diferente perfume de aroma adocicado, mas bastante agradável. Seu coração palpitou a mil, quando percebeu uma outra presença no quarto.
Foi quando Matheus falou enquanto retirava a venda dos olhos:
- Esta, é Michele, seu presente.
Michele era uma morena de pele negra,  cabelos cacheados e olhar cativante. Olhava para Júlia e sorria com delicadeza. Matheus completou.
- Não se engane, não é para mim, estamos ambos aqui, eu e a Michele, única e exclusivamente para lhe dar prazer.

E foi com um olhar nervoso e incerto que Júlia, com usa pele branca e seus cabelos negros e lisos, se entregou a um beijo de língua oferecido pela bela morena que a abraçava.

Ela delirou ao sentir a boca de Matheus a lhe beijar a nuca, enquanto se entregava a suculenta boca de Michele. E foi ao êxtase quando sentiu as quatro mãos a conduzirem a cama e tirarem a sua roupa.

A penumbra do quarto e a música suave, casavam perfeitamente com os gemidos de Júlia e toda a sensação que sentia, ao ver seu corpo, já nú, entregue ao toque daqueles  dois corpos quentes e loucos de desejo por ela.

Quando ela foi colocada de quatro em um perfeito meia nove com Michele, não resistiu e caiu de boca na buceta bem depilada que se apresentava a sua frente e segundos depois sentia os lábios que lhe tocavam o clítoris retribuindo as caricias. A sua buceta totalmente úmida e quente chegou ao primeiro orgasmo logo após sentir a língua de Matheus a chupar o seu anus.

Um choque percorreu todo seu corpo desde o anus e a buceta, que estavam sendo chupados, até o topo da espinha, e a fez urrar de prazer.

Minutos depois ainda atordoada pelos aspasmos de prazer, Júlia se sentou a beirada da cama e puxou Matheus a seu encontro. O colocou entre as pernas, mantendo-o em pé, e conduziu seu pau já ereto em direção a seu cu. 

...continua.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Depois de Ver... O Gozo.

Ela fez cara dengosa e pediu com voz mansa:
- Goza pra mim, vai.

Gozou, na cara. A lambuzou inteira.
Ela!? Botou na boca, esfregou nos lábios e sorriu. Sorriu muito.


Ele!? Se arrependeu. Não de ter gozado, mas de ter obedecido. Era um rebelde nato.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Depois de Ver... O Parque.


O carro foi se dirigindo para o parque mais próximo. Ele, no carona, falava tranquilamente sobre banalidades e nem imaginava que rumo o carro tomava. Ela, ao volante, seguia calma e respondia sorridente e monossilábica os questionamentos dele.

Ao chegar ao parque a noite já havia caído. Após breves segundos de silêncio, com o carro já estacionado no deserto parque, os olhares se encontraram. Daí para os beijos e abraços foram só questão de instantes. E entre os beijos lascivos de desejo e as leves mordidas no pescoço, as mãos que corriam por cima das roupas já não se satisfaziam mais.

As mãos de Lara correram até o zíper de Daniel e o abriu sem pensar. Sua mão correu por dentro da calça e puxou para fora o pau, já duro. Os choques de prazer percorriam o corpo de Daniel que se contorcia enquanto a mão de Lara o masturbava. Ela com os lábios umedecidos pelos beijos direcionou a cabeça para a pica dele e a abocanhou de uma só vez. O pau fino e cumprido de Dani propiciava a ela uma possibilidade de o masturbar enquanto o chupava, o que ela exerceu com maior facilidade. Com a eminência do gozo dele, Lara parou abruptamente e o olhou sorrindo.

O objetivo dela era outro. Queria o sentir em sua totalidade, e apesar de apreciar o gosto do esperma de Daniel, ela queria senti-lo gozar de outra maneira.
As fracas luzes do parque, podiam permitir que os atos de ambos estivesse sendo visto. Mas ela não se importava, e saindo do carro em seu vestido que chegava ao joelho retirou habilmente a calcinha e acenou para ele com a cabeça o convidando.

Ela apoiou as duas mãos sobre o capô do carro e empinou a bunda para o atônito e desconfiado Daniel, que olhava nervosamente para os lados. Só o sorriso irresistível de Lara que o fez esquecer onde estavam e se aproximar dela, com o pau ainda para fora da calça.

Era muita loucura, mas ela pouco se importava, e pouco se preocupou quando sentiu o pau dele entrar entre suas nádegas. Ele inocentemente foi direcionando a vara em direção a buceta de Lara, que mesmo sem ser tocada, já pingava de excitação, foi quando Lara pegou o pau de Daniel e o colocou na entrada do próprio cu. Ele mal acreditou no que via, mas viu. Viu o seu pau entrar deslizando na bunda dela.

- Ai. – exclamou ela.
E a pergunta dele foi sincera:
- Está doendo?
E sincera também foi a resposta.
- Não.

E foi uma sequência de gemidos dela que o encorajou a se movimentar, metendo fundo, no recém desflorado rabo de Lara.

Os gemidos dela eram quase gritos, que foram prontamente abafados pela mão de Daniel, que a enrabava fortemente no meio do estacionamento do parque, sem se preocupar com nada mais.

As mãos de Lara se apoiavam no carro e respondiam a cada estocada dele. E a cada gemido, a excitação de ambos, subia numa crescente, e foi a possibilidade de ser vista sendo enrabada que fez com que Lara gozasse forte ao sentir os jatos de porra que enchiam seu cu.

E foi com as pernas bambas do orgasmo que ela, foi carregada para dentro do carro. Ela, incapaz de dirigir, deitou-se no banco do carona e dormiu com um leve sorriso no rosto. Ele, dirigindo, sorria de incredulidade nos acontecimentos.

Testemunhas? Talvez alguma, talvez nenhuma. Provas? Só a lembrança de ambos e a calcinha vermelha esquecida no chão do estacionamento.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Depois de Ver... Puta que pariu.




“Puta que pariu.” exclamou a desbocada Lara, descabelada e ofegante. As pernas ainda abertas e as mãos a empurrar para longe do seu sexo, a cabeça de Dani. Após o gozo, sua sensibilidade era ampliada. Cada toque no seu grelo a faziam delirar. E foi afastando a cabeça de Dani que ela disse:

 - Foi muito foda dessa vez.

E disse isso enquanto olhava o sorriso debochado que recebia de volta. 
Ambos estavam nus, descobertos e suados. Os lençóis grudavam as costas da insaciável Lara, que agora beijava os lábios de Daniel, que ainda estavam molhados pelos líquidos de sua buceta. Ele já com o pau duro, deslizava pela vulva sedenta dela e metia forte e sem parar, arrancando gemidos e grunhidos incompreensíveis da boca de Lara. Que se agarrava aos seu pescoço e pedia por mais.

Daniel, silencioso, segurou firme as ancas de Lara e retirou o pau com cuidado. Ele a virou, e colocando-a de quatro, penetrou sem dó. Pingando sobre a cama, a buceta dela implorava pela sua pica, enquanto ele mordiscava seu pescoço e segurava seus cabelos com a mão.
O pau dele entrava e saia em uma velocidade cadenciada e combinava perfeitamente com os gemidos de prazer dos dois, que enchiam o quarto do pequeno apartamento.  Ao sentir o gozo de Lara se aproximar, Daniel sacou rapidamente a pica e caiu de boca na buceta lambuzada dela. E enfiando ligeiramente o dedo no cu rosado de Lara, sentiu o liquido quente e saboroso invadir sua boca. Ela, ainda de quatro, gemia e urrava sentindo pela segunda vez na noite, o êxtase do prazer.

Deixando o corpo despencar sobre a cama, Lara sussurrou  baixinho: “Puta que pariu”. E seu sorriso indicava que a noite tinha acabado de começar.

Continua...

domingo, 21 de abril de 2013

Depois de Ver... Vestes ao Chão.


...
Com as vestes ao chão, Eva empurrou o também nú, Lian em direção ao sofá. E pulou sobre o mesmo como uma leoa indócil. Sete foram as mordidas que ela deu em seu pescoço, e 7 foram os segundos que ela precisou para retirar  cinto de pano que cinturava seu vestido e amarrar as mãos de Liam sobre a cabeça.
Ele a olhava ainda ostentando o cínico sorriso nos lábios, antevendo os acontecimentos que certamente viriam. Os  olhos dela, que ele comparou aos de Artêmis, a deusa grega da caça, após capturar a sua presa. E a comparação com a deusa seria ainda mais oportuna, pois seguindo o exemplo de castidade da divindade olimpiana, Eva saltou em um movimento, e ficando em pé agarrou o vestido, encaminhou-se para a porta de saída e enquanto observava o olhar agora atônito de Lian, saiu porta a fora. E em meio a um pequeno sorriso, sussurrou um “tchau” cheio de promessas.
Com pau em riste, as mãos amaradas e atirado no sofá, Lian teve uma única reação, gargalha e sussurrar para si mesmo:

- Quem procura acha.

...

quarta-feira, 13 de março de 2013

Depois de Ver... Domingo.


Era domingo no inicio da tarde, com o sol a pino, uma leve brisa entrava janela adentro e refrescava o quarto. O que tornava ainda mais prazerosa a leitura de Lian. Viajando pela Oceania, do drama político de George Orwell, ele foi bruscamente fisgado de volta a realidade pelo soar da campainha.
Ele se encaminhou até a porta, a passos lentos, e ao girar a maçaneta seus olhos se encontraram com os de Eva, silenciosa e com um meio sorriso nos lábios. Por um segundo, enquanto seus olhos se cruzavam, nada importava. Sua surpresa foi tanta, que segundos se passaram sem nenhuma palavra ser dita, até que ela quebrou o silêncio:
- Oi.
- Olá! - Respondeu ele em um misto de surpresa e incerteza.
- Não vai me deixar entrar? – Perguntou ela em to brincalhão.
E deixou. E ela entrou com suas curvas desenhadas dentro de um vestido branco e sobre a uma sandália rasteira. A pergunta dela foi direta:
- Você esteve lá em casa ontem?
- Como assim? Não. – Lian negou, sem compreender a pergunta.
- Era isso que precisava saber. – ela falou conclusiva e arrematou - Sonhei com você ontem.
Ao ouvir isso ele sorriu. E descrever o seu sorriso como enigmático seria injusto. Ele era indefinido, um misto de cinismo e descrença, que só serviu para crescer novamente a dúvida nela.
- Você tem certeza que não esteve lá?
- Foi tão real assim esse sonho? – Ele falou ainda com o misterioso sorriso nos lábios.
- Ainda não. – respondeu ela, estendendo para ele um pequeno embrulho que trazia cerrado nas mãos.

Não precisava muito para entender, a renda que envolvia o objeto, deixava claro o conteúdo do sonho, as intenções dela ao aparecer ali e que nada cobria a sua púbis além daquele vestido.
Ele estendeu a mão para pegar a calcinha e ao se tocarem, uma leva descarga elétrica percorreu o corpo de ambos.
Foi o suficiente para os olhares que já eram intensos, se entregarem em um beijo. Foi um beijo silencioso, no qual só as respirações de ambos resoava.

E quando cessou o beijo, os rostos que permaneciam próximos um ao outro, ainda de olhos fechados, percorreram o infinito nos poucos segundos que permaneceram ali. Até que as mãos de ambos se entrelaçavam e atravessavam o corpo do outro os libertando das roupas. As mãos dele auxiliavam o vestido a chegar o chão enquanto as mãos dela arrancavam a camisa azul do corpo de Lian e a atirava do outro lado do cômodo.

...

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Depois de Ver... Ainda ao Luar.

...
Eva ainda estava ofegante, ainda perdida no louco turbilhão de emoções que o orgasmo lhe proporcionara, enquanto Lian afastava sua boca do seu sexo, ainda saboreando o gosto doce do néctar dos deuses que ainda permanecia em sua boca.
Ela abriu os olhos de seus devaneios o olhou fundo e puxou firmemente contra seu corpo o despindo da calça que aprisionava seu objeto tão desejado, e se entregando em um profundo beijo que a permitiu sentir o próprio sabor nos lábios dele.
Ela o jogou na cama, como uma leoa faminta e avançou sobre ele com mãos e bocas, devorando-o com toda a volúpia que seu corpo, ainda em chamas, permitia. O moreno peito nu de Lian e os contornos dos músculos faziam o perfeito contraste com as suaves curvas de Eva e sua tez cor de leite, que se derramava ao encontro do corpo dele.
Eva liberou o membro dele dos grilhões da cueca e o pegou cuidadosamente, os olhos dele se tornaram apreensivos e sua respiração parou. Ela ainda com cuidado direcionou seu pau em direção as sua buceta e o tranquilizou com um sorriso.
Era como faca quente na manteiga, o seu pau penetrou os lábios da sua buceta, ainda molhados pelo gozo que acabara de acontecer, e seus olhos se cruzaram transbordando luxúria. Ela iniciou movimentos lentos, de uma amazona a cavalgar seu garanhão, e a cada investida ela o sentia cada vez mais fundo em seu corpo, em seus pensamentos. Seus movimentos foram ficando cada vez mais fortes e rápidos. Ele olhava seu o movimento dos quadris Del, desenhando curvas no ar e se mexendo com a graça e leveza de um beija-flor.
O ritmo dos movimentos e os gemidos dela, soavam como música dos anjos para ele. Que tomado de sobressalto ele se levantou e foi de encontro a boca de Eva, sorveu sua língua e lábios, como um manjá recém-feito, e parou sentindo-se totalmente dentro dela.
Lian a colocou de quatro, segurou firme seu quadris com a mão esquerda, segurou seus loiros cabelos com a mão direita e penetrou fundo a sua buceta, em estocadas firmes. Quanto mais altos eram os gemidos de Eva, ele se empenhava mais em meter em suas entranhas e arrancar devaneios dela. Segurava firme seus cabelos e a penetrava com  cadência de quem cavalga uma potranca recém domada.
O compasso dos movimentos e a visão que o corpo de Eva a luz da lua, o proporcionava, o levava ao seu limite do prazer e ao gozo eminente.
E foi o que aconteceu segundos mais tarde, quando gozaram juntos em um uníssono urro. Como lobos a uivar na lua cheia.
Exaustos, ela deitou sobre seu peito e acariciava seu dorso ainda suado, com poucos e curtos pelos. Enquanto ele alisava seu cabelo em um cuidado silencioso.
Não se pode precisar se ficaram assim por um segundo, por horas ou por dias, o que pode-se dizer que nesse momento, nada importava, todos os problemas do mundo haviam sumido para os dois. E foi assim que adormeceram tranquilos.
Ao acordar Eva tateou ao lado da cama e a encontrou vazia. Olhou ao redor do quarto e não encontrou nenhum sinal de Lian. As lembranças da noite anterior lhe vieram a cabeça, E um sorriso despontou. Porém ela não soube precisar se realmente havia acontecido ou tudo não passara de um sonho.
Os primeiros raios da manhã já começavam a entrar pela janela, quando ela se levantou nua e caminhou até a porta, na certeza e determinação de que se fora apenas um sonho ela o realizaria.
...

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Depois de Ver... Ao Luar.


Eram 3 da manhã e ela acordou de um sono tranquilo. Os sonhos da madrugada haviam despertado nela um certo calor, levemente banhada de suor em uma noite quente de verão, ela se levantou vestida apenas com seu baby-doll branco, e caminhou na penumbra até a cozinha.

Eva encostou levemente na pia e bebeu demoradamente um copo d’água, que fora cheio segundos antes. Os prateadas raios da lua penetravam pela janela da cozinha, e despejava nos pálidos móveis uma belo brilho azulado.
Em sua cabeça passavam deliciosas imagens do sonho que viviam alguns minutos atrás. Os pensamentos despontavam em seus olhos e terminavam em um meio sorriso nos lábios do belo rosto. Eva prendeu os cabelos loiros em um coque, e se dirigiu ao quarto, onde deitou sobre os lençóis brancos.
Na linha tênue entre sonho e realidade, Eva sentiu a lasciva presença de Liam, que em seus devaneios, ou não, abria a porta do quarto, vestido apenas com uma calça.
O sorriso que se desencadeou nela foi objetivo e complacente, como que um convite ao seu toque. Ele caminhou até a cama onde ela se encontrava e estendeu a mão para tocar seu corpo. As mãos morenas e firmes foram habilidosas ao tirar o baby-doll dela, que não apresentou nenhuma resistência. O corpo de Eva se retorcia como o de uma cobra a cada toque dele.
Foi questão de tempo até suas bocas se encontrarem e com os copos colados desencadearem um voluptuoso beijo que foi ficando cada vez mais e mais forte. Suas línguas se cruzavam e lutavam em uma luta desesperada onde ambos ganham. A cada sugada de lábio, a cada mordida, seus corpos respondiam como chamas ao vento.
Sem uma palavra, as mãos fortes de Liam seguraram ambos os punhos de Eva sobre sua cabeça, deixando-a a mercê de sua vontade. Enquanto com uma mão, ele segurava os punhos dela, a outra deslizava furtiva ao longo do seu corpo, arrancando suspiros e gemidos.
Quando cessou o beijo e os olhos se encontraram, ele deixou claro com o olhar seu desejo, e ela respondeu com um olhar suave, como quem diz: “sou sua”. Ele soltou as mãos dela, que o olhava impacientemente, desejando saber qual seria seu próximo movimento. E seu próximo movimento foi com a língua, beijando e mordendo ferozmente o rosto dela, bochecha, lábios, testa, e sua boa foi descendo pelo pescoço e até chegar nos seios. As axilas expostas de Eva eram um sinal de sua obediência, que como uma “boa garota“ manteve suas mãos unidas sobre a cabeça. Os beijos de Lian ficavam cada vez mais intensos e alternavam entre os seios dela, sem pudor.
Ele foi descendo as caricias até a barriga, onde encontrou, involuntárias contrações em resposta aos seus beijos. E quando continuou sua descida, foram os movimentos do quadris quem demonstrou todo o desejo dela. Para o desespero de Eva e para o sádico prazer de Lian, o toque dos seus lábios saltou rápido para as belas coxas dela. E ignorando o gemido de protesto ele sentiu as pernas dela se abrirem suavemente ao seu toque.
Em um só impulso, seus beijos encontraram o sexo dela, já úmido e quente exalando um doce aroma. E ele a chupou forte, rápido, com toda a vontade que lhe cabia. Se deliciou em sua buceta como quem se lambuza em uma fruta bem madura. Chupou com força, segurando seus quadris e usando com incentivo os gemidos de prazer de Eva. Com os movimentos do quadris cada vez mais intenso e os gemidos se transformando em gritos, Lian se satisfez com o berro de prazer dado por Eva, que acabara de gozar em sua boca.

...Continua???

=D